FALSO OS REFORMADOS ATINGEM RECORDES HISTORICOS JOGADAS POLITICAS
Em Portugal, os setores que concentram a maior fatia da despesa pública são a Proteção Social (que representa cerca de 40% do total de gastos), seguida da Saúde, dos Serviços Públicos Gerais e da Educação.
A distribuição global e as áreas de alocação de fundos organizam-se da seguinte forma:
Proteção Social (~40%): É o maior encargo do Estado, englobando o pagamento de pensões de reforma, subsídios de desemprego e apoios à família.
Saúde (~14% a 19%): Inclui o financiamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS), hospitais, centros de saúde e medicamentos.
Serviços Públicos Gerais (~16%): Custos inerentes ao funcionamento geral do Estado, serviços administrativos, relações externas e juros da dívida pública.
Educação (~11%): Despesas com o ensino público, desde o pré-escolar ao ensino superior.
Para uma visão detalhada, o Governo disponibiliza anualmente um retrato interativo e os grandes números dos Orçamentos no portal oficial Orçamento do Estado. Acompanhe a execução e as contas públicas atualizadas através do portal de transparência e prestação de contas do Mais Transparência
DIVIDA PUBLICA, DEFICE OU EXCEDENTE
https://www.pordata.pt/subtema/portugal/divida+e+defice+excedente-366
OS REFORMADOS DESCONTAM IRS NO SEU TALÃO DE VENCIMENTO, ATE O MONTANTE AQUI MENCIONADO.
Sim, os reformados descontam IRS no talão de vencimento (recibo de pensão), mas apenas se o valor da sua pensão mensal ultrapassar o mínimo legal de isenção fixado nas tabelas de retenção na fonte em vigor.
As regras para este desconto incluem:
Isenção de Retenção: Graças à atualização das tabelas e do mínimo de existência, os pensionistas com reformas até
mensais estão isentos de retenção na fonte de IRS.
Descontos Progressivos: Para pensões acima desse valor, o desconto de IRS é aplicado mensalmente de forma progressiva (através da retenção na fonte), servindo como um adiantamento do imposto que será acertado na altura da entrega da declaração anual de IRS.
Declaração Obrigatória: Mesmo que não sofra retenções mensais no recibo, a pensão é um rendimento de Categoria H e tem de ser declarada anualmente. Pode haver obrigatoriedade de entregar o IRS dependendo do total de rendimentos anuais do agregado familiar.
OS CALCULOS DAS PENSÕES PARA A CGA
https://www.cga.pt/documents/d/asset-library-43545/calculo-da-pensao-de-aposentacao
NO “R” TIRAM LOGO 10%
(...)R é a remuneração auferida à data da aposentação, deduzida da quota de 10% para a CGA; (...)
ÑA SEG SOCIAL
O cálculo da pensão de velhice da Segurança Social baseia-se em três fatores principais: a Remuneração de Referência (RR), a taxa de formação da pensão (baseada nos anos de desconto) e o fator de sustentabilidade. A idade legal de reforma está fixada em 66 anos e 9 meses.
Para calcular a sua reforma, é utilizada a seguinte fórmula geral:
Fatores de Cálculo:
Remuneração de Referência (RR): É calculada com base em toda a carreira contributiva (até ao limite de 40 anos), dividida pelo número de meses correspondente. Para os anos de desconto anteriores a 2002, os salários são atualizados de acordo com a inflação.
Taxa de Formação: Multiplica-se o número de anos com descontos por uma taxa de 2% por cada ano.
Fator
de Sustabilidade: Mecanismo
aplicado pelo Estado para ajustar as pensões à esperança média de
vida. O coeficiente atual, caso se reforme na idade legal, é
inferior a
(por exemplo, em anos recentes tem rondado os
, variando anualmente).
Penalizações e Bonificações:
Antecipação: Se pedir a reforma antes da idade legal, sofre uma penalização de 0,5% por cada mês de antecipação face à idade legal ou à idade pessoal de reforma.
Adiamento: Se continuar a trabalhar e a descontar para além da idade legal de reforma, pode beneficiar de uma bonificação no valor da pensão, dependendo da sua idade e anos de carreira.
Como
Simular Diretamente o seu Caso
O cálculo manual é complexo, pois exige o histórico completo de salários. Para obter um valor exato e personalizado com base nos descontos que já tem registados no sistema:
Aceda ao portal da Segurança Social Direta.
Faça login com o seu Número de Identificação da Segurança Social (NISS) e palavra-passe (ou Cartão de Cidadão).
Selecione o menu Pensões e depois Simulador de Pensões.
A plataforma permite fazer simulações automáticas (com base nos dados já registados) ou simulações à medida, onde pode alterar datas e salários previstos para estimar o valor da sua futura reforma.
A POPULAÇÃO
REFORMADA/IDOSA SÃO OS QUE MORREM MAIS.
Em Portugal, a grande maioria das mortes é causada por doenças crónicas e degenerativas, que afetam sobretudo a população idosa. Mais de metade dos óbitos no país concentra-se em dois grandes grupos: as doenças do aparelho circulatório (como AVCs e enfartes) e os tumores malignos.
As principais causas de morte registadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) distribuem-se da seguinte forma:
Doenças do Aparelho Circulatório (29%): São a principal causa de morte no país, englobando patologias como acidentes vasculares cerebrais (AVC) e doença isquémica do coração.
Tumores Malignos / Cancro (24,6%): Representam o segundo grupo mais mortífero, sendo os cancros do pulmão, cólon e mama alguns dos mais
Doenças do Aparelho Respiratório (11,7%): Incluem problemas como a pneumonia, doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) e infeções como a gripe.
Outras causas (34,7%): Incluem causas externas, demências, diabetes e doenças do aparelho digestivo.
Padrão demográfico e populacional:
Idade: A mortalidade é esmagadoramente superior nos grupos etários mais avançados, sendo a esperança média de vida em Portugal de cerca de
anos.
Sexo: Embora as mulheres vivam mais (média de
anos), os homens apresentam taxas de mortalidade ligeiramente mais elevadas na maioria dos grupos etários mais jovens.
Pode consultar dados estatísticos detalhados, séries temporais e relatórios em tempo real sobre a mortalidade no país através das plataformas oficiais do Portal Pordata e do Sistema de Informação dos Certificados de Óbito (SICO).





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