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ANA PAULA ALBERTO CALDEIRA **OUTRAS PAGINAS, DA PAGINA OFICIAL** http://ana-paula-alberto-caldeira.blogspot.com/ Bloguer*youtuber*pintora*escritora*fotografa* internauta/cronista*Tripulante de Ambulâncias de Transporte, da Cruz Vermelha Portuguesa *Formação Base Cruz Vermelha Portuguesa *Sócia Cruz vermelha Portuguesa*

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CORRUPÇÃO***OS CARTEIS DOS PSICOPATAS-O POLVO-DESAPARECIDOS NOS HOSPITAIS**PROC/INQº 8130/19.9T9LSB

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CORRUPÇÃO***OS CARTEIS DOS PSICOPATAS-O POLVO-DESAPARECIDOS NOS HOSPITAIS**PROC/INQº 8130/19.9T9LSB DE 28OUT2019 DIAP CAMPUS JUSTIÇA TRIBUNAL LISBOA

GRECO, CONSELHO EUROPEU, UNIÃO EUROPEIA

NOTICIAS**EM 2006 E 2015 E ETC A PJ DESMANTELA LABS DE DROGA como resolveram os quimicos e etc--5 (CINCO) PROCESSOS A LUIS NEVES NA JUSTIÇA PORTUGUESA E MAIS 1(UM) NA JUSTIÇA EUROPEIA PROCURADORIA EUROPEIA--ETC

 








EM 2006 PJ DESMANTELA UM LAB DE DROGA como resolveram os quimicos e etc

https://www.publico.pt/2006/03/28/jornal/pj-encontra-laboratorio-de-cocaina-que-funcionava-em-serralharia-de-alijo-70683


EM 2015 PJ DESMANTELOU UM LAB DE DROGA como resolveram os quimicos e etc

https://www.tsf.pt/sociedade/artigo/pela-primeira-vez-em-portugal-a-pj-desmantelou-um-laboratorio-de-extracao-de-cocaina/4807454


COMO FAZIA NO PASSADO A PJ PARA DESTRUIR QUIMICOS DE DROGA

No passado, e de acordo com as regras padrão, a Polícia Judiciária (PJ) destruía os químicos usados na produção de droga recorrendo à contratação de empresas privadas especializadas no tratamento e eliminação de resíduos perigosos. Ao contrário das substâncias estupefacientes prontas (como o haxixe ou a cocaína pura), que a PJ queima por incineração própria ou em cimenteiras sob escolta, os precursores e solventes químicos exigem um processo técnico e ambiental altamente complexo. [1, 2, 3, 4, 5]

O procedimento clássico funcionava com os seguintes passos:

  • Ordem Judicial: O Ministério Público ou o juiz do processo ditavam a recolha de amostras para contraprova e autorizavam a destruição imediata do restante material perigoso. [1, 2]

  • Abertura de Concurso / Consulta: Por envolver químicos perigosos e altamente poluentes, a PJ consultava ou abria concursos públicos para empresas certificadas na gestão de resíduos industriais perigosos. [1, 2]

  • Financiamento: O custo desta destruição (que em grandes laboratórios ascende a dezenas de milhares de euros) era habitualmente suportado pelo Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça (IGFEJ), integrado no orçamento do Ministério da Justiça, e não pelas verbas diárias da PJ. [1, 2, 3]

As Falhas Recentes no Sistema

Este modelo tem enfrentado graves dificuldades logísticas e financeiras. Em casos recentes e mediáticos, a PJ manteve químicos armazenados de forma precária ou em instalações temporárias de terceiros devido à falta de verbas internas imediatas para pagar às empresas de eliminação. [1, 2]

A destruição total de solventes e precursores de um único laboratório de grande escala (como os desmantelados na Operação Pacoba) pode custar perto de 150 mil euros, o que por vezes encrava o processo burocrático e atrasa a eliminação segura das substâncias. [1, 2]


5 (CINCO) PROCESSOS A LUIS NEVES, NA JUSTIÇA PORTUGUESA, E MAIS 1(UM) NA JUSTIÇA EUROPEIA, PROCURADORIA EUROPEIA

NA JUSTIÇA PORTUGUESA

https://cnnportugal.iol.pt/luis-neves/mocao-de-censura/pgr-confirma-cinco-processos-que-envolvem-luis-neves-os-dois-mais-importantes-sao-urgentes/20260903/6a999a29d34ed0733ba833f1


JUSTIÇA EUROPEIA

https://cnnportugal.iol.pt/ministro-da-administracao-interna/luis-neves/procuradoria-europeia-investiga-adjudicacoes-de-obras-de-luis-neves/20260803/6a70d7e9d34ed0733ba7df44


MAIS SOBRE

https://www.rtp.pt/noticias/politica/chega-investigacao-europeia-a-luis-neves-e-descredito_v1757708


O atual Ministro da Administração Interna, Luís Neves, encontra-se no centro de cinco processos em Portugal e de uma investigação na Procuradoria Europeia. A informação sobre o panorama nacional foi confirmada pelo Procurador-Geral da República, Amadeu Guerra. [1, 2, 3, 4]

Os casos dividem-se entre a justiça portuguesa e a esfera europeia:

🇵🇹 Processos em Portugal

Ao todo, correm cinco processos na justiça nacional que envolvem o governante, estando todos eles em fase de investigação: [1, 2]

  • Três Inquéritos-Crime: Conduzidos pelo Ministério Público. Dois deles foram classificados pelo PGR como tendo natureza urgente, o que fez com que as investigações continuassem ativas mesmo durante as férias judiciais.

    • Caso do Atrelado: Investiga o aparecimento de um reboque apreendido numa operação de tráfico de droga nas instalações de uma empresa privada. Está a ser tramitado diretamente pelo Ministério Público no DIAP Regional de Évora.

    • Caso do Imóvel de Odemira: Investiga a realização de obras privadas efetuadas num monte alentejano do governante pelo mesmo empreiteiro. Também corre termos de forma urgente no DIAP de Évora. [1, 2, 3, 4]

  • Processo no Tribunal de Contas (TdC): Trata-se de um processo relativo a uma contraordenação que decorre de um relatório de auditoria datado de 2023. [1]

  • Inquérito Adicional: Um quinto processo que avalia outras ramificações e contextos associados às condutas sob suspeita. [1, 2]Investigação na Justiça Europeia

Paralelamente, a Procuradoria Europeia (EPPO) abriu uma averiguação preventiva focada no período em que Luís Neves exerceu as funções de Diretor Nacional da Polícia Judiciária (PJ). [1, 2]

  • O Objeto da Investigação: Estão a ser analisados 17 contratos públicos adjudicados pela Polícia Judiciária à empresa Construbarcelos, que totalizam cerca de 2,2 milhões de euros. [1]

  • O Motivo: A justiça europeia procura determinar se existiu alguma irregularidade, desvio ou afetação indevida de fundos europeus no financiamento dessas mesmas obras da PJ. Devido ao cargo que Luís Neves ocupava, a averiguação visa clarificar os procedimentos de contratação pública assinados sob a sua direção. [1, 2]

A abertura do inquérito europeu gerou forte reação política em Portugal, sendo classificada pela oposição parlamentar como um fator de desgaste para a imagem externa do país:


RESPOSTA DO MINISTERIO DA JUSTIÇA, A DESTRUIÇÃO DE QUIMICOS.

https://expresso.pt/governo/2026-09-04-governo-confirma-que-pj-nao-tinha-verba-para-destruir-quimicos-que-foram-entregues-ao-empreiteiro-amigo-de-luis-neves-6fc2a968

O Ministério da Justiça esclareceu que o orçamento de cerca de 144 mil euros (frequentemente arredondado para 150 mil euros) apresentado por Luís Neves englobava a destruição de substâncias químicas de vários processos judiciais, e não apenas o da Operação Pacoba. [1, 2]

A polémica envolve a gestão de produtos químicos apreendidos e a justificação dada pelo antigo diretor da Polícia Judiciária (PJ) e atual ministro da Administração Interna. [1]

O Contexto da Polémica

  • A justificação inicial: Luís Neves tinha afirmado publicamente que a entrega de um atrelado com 62 bidões de químicos a um empreiteiro amigo (em setembro de 2025) serviu para poupar cerca de 150 mil euros ao Estado, alegando que a PJ não tinha orçamento para essa destruição. [1, 2, 3, 4]

  • A posição do Governo: Em resposta oficial ao partido Chega, o Governo confirmou que a proposta da empresa AMBIMED para a destruição de químicos totalizava 144.456,93 euros (com IVA) e que a PJ, de facto, não dispunha dessa verba no seu orçamento na altura. [1, 2]

  • A contradição do Ministério da Justiça: Pouco depois da resposta oficial, o Ministério da Justiça clarificou ao jornal Observador que este montante de 144 mil euros não correspondia apenas aos bidões da Operação Pacoba. O valor incluía a destruição de produtos associados a outros dois processos de apreensão de natureza semelhante. [1, 2, 3]

Contestações do Setor

Várias investigações e estimativas de empresas de gestão ambiental avançadas pela CNN Portugal e pela TVI já tinham colocado em causa o valor apresentado por Luís Neves, sustentando que a eliminação exclusiva dos químicos daquele atrelado custaria uma quantia significativamente inferior. [1, 2]


NOTICIAS GOOGLE

https://news.google.com/home?hl=pt-PT&gl=PT&ceid=PT%3Apt-150


NOTICIAS SAPO

https://sapo.pt/



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