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ANA PAULA ALBERTO CALDEIRA **OUTRAS PAGINAS, DA PAGINA OFICIAL** http://ana-paula-alberto-caldeira.blogspot.com/ Bloguer*youtuber*pintora*escritora*fotografa* internauta/cronista*Tripulante de Ambulâncias de Transporte, da Cruz Vermelha Portuguesa *Formação Base Cruz Vermelha Portuguesa *Sócia Cruz vermelha Portuguesa*

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CORRUPÇÃO***OS CARTEIS DOS PSICOPATAS-O POLVO-DESAPARECIDOS NOS HOSPITAIS**PROC/INQº 8130/19.9T9LSB

CORRUPÇÃO***OS CARTEIS DOS PSICOPATAS-O POLVO-DESAPARECIDOS NOS HOSPITAIS**PROC/INQº 8130/19.9T9LSB
CORRUPÇÃO***OS CARTEIS DOS PSICOPATAS-O POLVO-DESAPARECIDOS NOS HOSPITAIS**PROC/INQº 8130/19.9T9LSB DE 28OUT2019 DIAP CAMPUS JUSTIÇA TRIBUNAL LISBOA

GRECO, CONSELHO EUROPEU, UNIÃO EUROPEIA

NOTICIAS***O SILENCIO, DOS 2 GRANDES PARTIDOS POLITICOS, EM PORTUGAL, ESTA NESTES CASOS, INVESTIGADOS PELA POLICIA JUDICIARIA, DESDE 2018 ATE 2026--A LEI PORTUGUESA PARA OS BENS APREENDIDOS

 










O SILENCIO, DOS 2 GRANDES PARTIDOS POLITICOS, EM PORTUGAL, ESTA NESTES CASOS, INVESTIGADOS PELA POLICIA JUDICIARIA, DESDE 2018 ATE 2026


A OPERAÇÃO ZARCO

https://www.dnoticias.pt/2024/2/1/392384-pj-afinal-deu-nome-a-investigacao-na-madeira-chamou-lhe-operacao-zarco/

A "Operação Zarco" é o nome informal que a imprensa deu à investigação e megaoperação da Polícia Judiciária (PJ) lançada a 24 de janeiro de 2024 na Região Autónoma da Madeira, que visou figuras de topo do PSD/Madeira e grandes empresários da região.

Diferente do foco na ala socialista da questão anterior, este caso abalou a governação e o panorama político madeirense:

🔍 O Objeto da Investigação

A operação investiga suspeitas de criminalidade económico-financeira, incluindo crimes como:

  • Corrupção ativa e passiva

  • Prevaricação e abuso de poderes

  • Tráfico de influências

  • Participação económica em negócio e fraude fiscal

O foco principal do Ministério Público e do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) assenta no alegado favorecimento de grandes grupos económicos locais em contratos de adjudicação pública, obras e parcerias com o Governo Regional e autarquias da Madeira. [1, 2]

⚖️ Principais Envolvidos e Detenções

  • Miguel Albuquerque (PSD): O Presidente do Governo Regional da Madeira foi constituído arguido. Devido à sua imunidade inerente ao cargo na altura, não foi detido, mas a pressão política levou à sua demissão e à queda do Executivo regional. [1, 2]

  • Pedro Calado (PSD): O então presidente da Câmara Municipal do Funchal foi detido pela PJ na fase inicial da operação, tendo posteriormente renunciado ao seu mandato autárquico. [1]

  • Avelino Farinha e Custódio Correia: Líderes de dois dos maiores grupos de construção civil e imobiliário a operar na região (Grupo AFA e Socicorreia), que também foram detidos para interrogatório na fase inicial das buscas. [1]

📉 Desenvolvimentos Judiciais Recentes

Inicialmente, um juiz de instrução criminal em Lisboa determinou a libertação dos arguidos detidos sob medidas de coação mínimas (termo de identidade e residência), considerando que os indícios não estavam suficientemente sustentados.

Contudo, em maio de 2026, o Tribunal da Relação de Lisboa reverteu parcialmente a leitura inicial, confirmando em acórdão a existência de "fortes indícios" de corrupção e fraude fiscal no processo. O caso mantém-se sob investigação direta com equipas dedicadas em exclusividade pela PJ. [1, 2]


Disse: INVESTIGAÇÕES DA PJ AOS SOCIALISTAS NOS ULTIMOS 8 ANOS

INVESTIGAÇÕES DA PJ AOS SOCIALISTAS NOS ULTIMOS 8 ANOS

11:32

Nos últimos 8 anos, a Polícia Judiciária (PJ) e o Ministério Público conduziram várias investigações de grande impacto que visaram governantes, autarcas e estruturas do Partido Socialista (PS), resultando em demissões políticas e processos judiciais complexos.

As principais operações da PJ dirigidas a figuras ou instituições ligadas ao PS dividem-se em grandes eixos:

💼 Nível Governamental e Grandes Projetos

  • Operação Influencer (2023): Investigou suspeitas de corrupção, prevaricação e tráfico de influências nos negócios do lítio, hidrogénio verde e no data center de Sines. Levou à detenção do chefe de gabinete do então Primeiro-Ministro António Costa e causou a demissão do próprio chefe do Executivo, embora as acusações mais graves tenham vindo a ser mitigadas pelos tribunais superiores.

🏢 Sedes Partidárias e Campanhas

  • Operação Imergente (maio de 2026): Uma megaoperação que envolveu buscas na sede nacional do PS no Largo do Rato, em juntas de freguesia de Lisboa (como Santa Maria Maior) e em várias autarquias. A PJ investiga mais de 30 ajustes diretos e suspeitas de favorecimento em contratos públicos no valor de cerca de 2 milhões de euros. O caso envolve o financiamento de campanhas eleitorais e levou à detenção de um assessor político de relevo. [1, 2, 3, 4]

🗺️ Poder Local e Autarquias

O poder local socialista foi um dos focos centrais da PJ, com uma percentagem significativa de autarcas constituídos arguidos:

  • Operação Tutti Frutti (2018–2023): Focada num alegado pacto de regime e na partilha de favores, avenças e empregos públicos entre dirigentes do PS e do PSD em juntas de freguesia e câmaras municipais da área metropolitana de Lisboa.

  • Operação Teia (2019): Investigou corrupção, tráfico de influências e participação económica em negócio, envolvendo diretamente os então presidentes socialistas das câmaras municipais de Santo Tirso e Barcelos. [1]

  • Operação Babel e Operação Vortex (2023): Embora com ramificações partidárias diversas, incidiram sobre o licenciamento urbanístico em autarquias do Norte do país e resultaram na detenção do vice-presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia (PS) e do autarca de Espinho.

De forma global, relatórios e dados da Justiça indicam que, desde 2017, mais de 190 decisores políticos e detentores de cargos públicos foram constituídos arguidos ou acusados em Portugal, com uma forte incidência no poder autárquico devido à proximidade na contratação pública. [1]



O Primeiro-Ministro Luís Montenegro enfrenta o escrutínio do Ministério Público (MP) e da Polícia Judiciária (PJ) focado essencialmente no seu património imobiliário e em negócios privados anteriores à chefia do Governo.

Os eixos centrais das investigações dividem-se em duas frentes:

🏠 Moradia em Espinho (Fraude Fiscal)

💼 Empresa Spinumviva (Fisco)

  • O caso: Trata-se de uma empresa familiar detida por Luís Montenegro antes de assumir o Executivo.

  • Investigação: Investigadores económicos da PJ e a Autoridade Tributária analisaram contratos e a faturação da empresa por suspeitas de fraude fiscal e ocultação de proveitos financeiros.

  • Ponto de situação: Uma vertente da averiguação preventiva foi arquivada no final de 2025, mas ramificações da rede de clientes da imobiliária mantiveram fluxos documentais sob consulta e validação do fisco.

O Primeiro-Ministro reitera publicamente que sempre cumpriu com as obrigações fiscais e defende a total autonomia do segredo de justiça nestes processos.

Gostaria de obter mais detalhes sobre o andamento processual de algum destes casos ou prefere analisar o impacto político das comissões de inquérito associadas?

As respostas de IA podem incluir erros. Saiba mais


AO ESTILO, AL CAPONE. OS 2 GRANDES PARTIDOS POLITICOS PORTUGUESES, ESTÃO OU FORAM "AGARRADOS" POR ISSO NÃO REAGEM.

ESTÃO REFENS, DAI O GRANDE SILENCIO.

https://executivedigest.sapo.pt/ventura-acusa-luis-neves-de-estilo-al-capone-e-diz-que-esta-mais-tendente-a-avancar-com-mocao-de-censura-ao-governo/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques

PROCURADORIA EUROPEIA INVESTIGA LUIS NEVES

https://www.publico.pt/2026/08/03/sociedade/noticia/procuradoria-europeia-investiga-contratos-pj-direccao-luis-neves-2183947

MAIS SOBRE

https://cnnportugal.iol.pt/ministro-da-administracao-interna/luis-neves/procuradoria-europeia-investiga-adjudicacoes-de-obras-de-luis-neves/20260803/6a70d7e9d34ed0733ba7df44

HA MAIS PUBLICAÇÕES DE OUTROS JORNAIS, COMO A ECO

https://eco.sapo.pt/2026/08/03/procuradoria-europeia-pede-documentos-a-pj-sobre-obras-adjudicadas-no-tempo-de-luis-neves/



INVESTIGAÇÕES LUIS NEVES

As investigações e polémicas em torno de Luís Neves, atual ministro da Administração Interna e antigo diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ), centram-se na gestão e uso de bens apreendidos durante o seu mandato na liderança daquela força policial. 

CNN Portugal +3

O caso gerou um inquérito por parte do Ministério Público, auditorias internas e forte pressão política da oposição. 

Expresso +2

Principais Alvos de Investigação

  • Uso de bens apreendidos: O cerne das investigações jornalísticas e auditorias prende-se com a cedência e utilização de sofás, televisões, equipamentos de ginásio e até carros desportivos de luxo apreendidos em operações da PJ. 

    Diário de Notícias +1

  • Caso do atrelado e bidões: É investigada a decisão de deixar um atrelado e bidões à guarda de um amigo em Barcelos. Luís Neves justificou a medida com base num alegado custo de 150 mil euros para destruir o material. Contudo, trocas de emails internos da PJ divulgadas pela comunicação social sugerem que os custos reais seriam substancialmente inferiores. 

    ECO

  • Inquérito do Ministério Público: O Ministério Público abriu um inquérito criminal e afastou a Polícia Judiciária das investigações para garantir a independência do processo, colocando o governante sob suspeita formal. 

    Facebook·Pedro dos Santos Frazão

A Posição de Luís Neves

Em declarações públicas recentes, o ministro adotou uma postura defensiva e atacou os críticos: 

CNN Portugal +1

  • Cumprimento da lei: Reitera que se limitou a aplicar a lei ao colocar os meios apreendidos à disposição do combate ao crime.

  • Acusações de "inveja": Atribuiu as investigações jornalísticas e as polémicas a sentimentos de "inveja" profissional.

  • Admissão de erros: Admitiu publicamente ter cometido "um ou outro erro" de gestão, mas recusa categoricamente demitir-se do cargo, afirmando que nada o vai afastar das suas funções no governo. 

    CNN Portugal +4

Reações Políticas e Sociais

Assista à análise jornalística sobre a reação pública e política do ministro perante o avanço do processo:

A jornalista da CNN Portugal Sandra Felgueiras considera que ... por CNN Portugal em Facebook

1:00

A jornalista da CNN Portugal Sandra Felgueiras considera que ...

há 13 horas

Facebook · CNN Portugal



  • Exigência de demissão: Partidos da oposição, com particular destaque para o Chega, exigem a demissão imediata do governante. 

    CNN Portugal

  • Apelos à celeridade: O Presidente da República e figuras políticas como António José Seguro apelaram à rapidez nas averiguações para salvaguardar a legitimidade e a confiança nas instituições de soberania e na polícia. 

    Diário de Notícias

  • Críticas dos media: Jornalistas de investigação, incluindo Sandra Felgueiras na CNN Portugal, apontam que o ministro demonstra estar alheado da gravidade dos factos documentados. 

    CNN Portugal +1



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LEI PORTUGUESA DOS BENS APREENDIDOS

O regime jurídico dos bens apreendidos em Portugal assenta em três pilares legais principais: o Código de Processo Penal (Artigo 178.º a 186.º), o Decreto-Lei n.º 11/2007 (focado na avaliação e utilização) e a Lei n.º 45/2011 (que regula a administração através do Gabinete de Administração de Bens). 

Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa +2

Este enquadramento define o que acontece aos instrumentos, produtos ou vantagens de crimes desde o momento em que são retidos pelas autoridades. 

Diário da República

Principais Pilares do Regime Legal

  • Apreensão Inicial: Realizada quando há indícios de crime ou risco de destruição do bem.

  • Utilização Operacional: Permite ao Estado usar os bens (como carros ou tecnologia) antes da condenação final.

  • Alienação Antecipada: Venda rápida de bens perecíveis ou que sofram rápida desvalorização económica.

  • Indemnização: Devolução do valor de mercado caso o proprietário venha a ser absolvido. 

    Facebook·Observador +2


Detalhe do Decreto-Lei n.º 11/2007 (Avaliação e Uso)

O Decreto-Lei n.º 11/2007, de 19 de Janeiro é o diploma central para a gestão corrente dos bens apreendidos pelos Órgãos de Polícia Criminal (OPC): 

Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa

  • Utilização para Fins Públicos: O Artigo 2.º estipula que veículos, equipamentos informáticos ou outros bens com "utilidade operacional" podem ser temporariamente atribuídos a serviços públicos ou polícias enquanto corre o processo. 

    Notícias ao Minuto +1

  • Processo de Venda: Se a manutenção for demasiado dispendiosa ou o bem se deteriorar, o tribunal pode ordenar a sua alienação imediata em hasta pública. 

    Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa

O Papel da Lei n.º 45/2011 (Gabinete de Administração de Bens)

A Lei n.º 45/2011, de 24 de Junho criou uma estrutura específica no Ministério da Justiça: 

IGFEJ

  • Gabinete de Administração de Bens (GAB): Integrado no IGFEJ, gere financeiramente as contas bancárias e imóveis apreendidos.

  • Gabinete de Recuperação de Ativos (GRA): Tutelado pela Polícia Judiciária, foca-se na investigação e localização de património ilegal.


Requisitos e Destino dos Bens

Fase do Processo

Destino do Bem

Enquadramento Legal

Durante o Inquérito

Fica à guarda do tribunal ou em utilização operacional pela polícia.

CPP / Art.º 2.º DL 11/2007

Em risco de perda de valor

É promovida a venda antecipada pelo Ministério Público.

Art.º 185.º do CPP

Condenação Final

O bem é declarado perdido a favor do Estado de forma definitiva.

Art.º 109.º do Código Penal

Absorção/Arquivamento

Ocorre a restituição imediata ao legítimo proprietário.

Art.º 186.º do CPP

Se pretender analisar um caso prático, diga-me: procura saber as regras para bens perecíveis, o processo de restituição de um veículo ou as normas de utilização pelas forças policiais

Observador +1







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